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Dente de leite |
Olá a você, e obrigado pela compreensão de ver esta crônica. Se veio ler este texto discretamente pensando que algum assunto de mais pura mídia atual será aqui abordado, infelizmente hoje não será esse o título da vez.. Não vai ser relacionado a assuntos como música, entretenimento, notícias e nem esporte. Vou falar sobre um tema comum de um diário, de uma postagem, de uma crônica. Nada de enrolação dessa vez. Como de hábito e mero costume, não, não irei te iludir com tema e descrição longa e texto de urso em tempos de hibernação. Não mesmo. Então, por favor, leia esta matéria-reflexão e peço para tentar não dar meia volta depois de ver o tamanho deste 'incetivo reflexivo'. Prepare-se para a ducentésima quinquagésima oitava crônica do blog, sendo ela muito especial.
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Imagem completa de nosso ciclo de vida |
Hoje sou criança. Tenho 11 anos, no amanhã não terei mais idade de um pré-adolescente. Sim, sou uma criança ainda. E porque não afirmar que estou na velhice dessa fase? Está acabando o melhor período da vida, e isso só percebemos na fase adulta, a mais complicada em termos... digamos... problemáticos no sentido de trabalho e entre outras coisinhas. Me lembramos e idolatramos nossa fase talvez a 20 anos depois, quando os impostos são dados como problema, mas dever a ser cumprido.
E usei o termo 'dentes de leite' para afirmar que, assim como estes, nossa vida passa. Os incisivos, caninos, pré-molares e molares fazem sim parte da vida. Os pioneiros, os de leite, que crianças de cerca de uma faixa etária de apenas 5 anos de idade acreditam que neles contêm aquele que provêm do iogurte, do queijo e de outros laticínios, mostram que, de acordo com o tempo, nos desgastamos, nos envelhecemos; nascemos, crescemos, ficamos idosos e aí morremos e a partir deste momento iremos para o Reino dos Céus. Às vezes ficamos na barriga da mamãe, só que aí acontece o aborto e os problemas graves no parto e a classificação etária de risco para mulheres de uma certa idade. Mas felizes são aqueles que são saudáveis e têm um processo favorável (como eu mesmo). Benditos sejam nós, que estamos aqui neste breve momento lindo...
Aí ficamos crianças, e brincadeiras típicas dos sexos opostos são usufruídas nas respectivas faixas. Na pré-adolescência, os games são sem sombra de dúvidas a opção e a solução, deixando os pais, por sua vez, frustrados, querendo os filhos estudado e ralando pra valer nas notas, mas notam os próprios 'compadres' (risos) vidrados nas famosas redes sociais (como MySpace, Orkut, Twitter e a atual 'febre' da vez Facebook) ,jogando games de total e extremo vício e assistindo séries de TV com a alerta classificatória de apenas 16 anos para cima. Aí vem a fase adolescente, que é um ataque terrorista para nossos queridos pais, que não conformam em verem seus filhos tropicando na escola e decolando nas festas. Depois viramos adultos, e a responsabilidade é a névoa da vez, para piorar nossa situação: Contas, trabalho, carro para pagar, e aluguel de casa são a famosa agenda do pai ou da mãe de que um dia tínhamos desejo de realmente sermos de verdade. Aí vem a velhice, a fase que foi comprovada a mais sedentária da vida. As doenças aparecem, e aí vem a perda da lucidez e de memória. Só nos restam poucos anos para Deus nos levar para o Paraíso.
Acho que deu para aprender uma lição disto: Assim como os dentes de leite que caem são também a nossa vida: Nós ficamos desgastados e, depois desse processo, ficamos moles e seremos arrancados. Que você aproveite cada dia de sua vida, como na música ''Pais e Filhos'', de Renato Russo: 'É preciso amar/as pessoas como se não houvesse amanhã... . E lembre-se de mais uma coisa: Deus te ama.
Até a próxima!