Fidelidade. Algo que você não encontra, e, quando é descoberto, ocorre sem fronteiras. Coisa que atualmente o mundo não se encontra em demasia. Sinceramente não sei se não é nem 10% (por cento) encontrada no universo. Mas o roteiro da crônica não tem o objetivo de explicar a extinção intensa desse valor, e sim o de mostrar a preciosidade destes atos que no fim faz a gente pensar que alguém no mundo é fiel e podemos contar com essa pessoa.
Sinceramente considero ser fiel uma coisa muito importante para um ser humano que quer ser quase perfeito (pois a perfeição só Deus alcança). Ser fiel é nunca desistir de seu próximo, é nunca deixar esse valor, esse sentimento de lado. A fidelidade tem um poder inimaginável, inacreditável. E para aqueles ignorantes e 'engraçadinhos' que tiram sarro, não estou dando uma de 'importante' ou inventado 'histórias' que nem foi anteriormente nem posteriormente crônica. Acho que estou falando o que penso (não estou 'fingindo', inventando coisas) e vejo que vocês que criticam meu blog estão é com dor de cotovelo.
Acabou; a Champions League, a competição mais importante da Europa, termina. A edição 2012/13 acaba em grande estilo. Um grande jogo que os amantes do bom e adorável futebol souberam como e puderam apreciar. Uma final que tinha traços alemães e mostrou as características dos dois maiores e melhores times da Alemanha: O Bayern de Munique e o Borussia Dortumund.
Um verdadeiro espetáculo futebolístico foi a maneira mais concreta, apoiada e correta de especificar o jogo desta tarde de sábado. Um show de imagens e lances que, com certeza e sem sombra de dúvida, irão marcar gerações e gerações do esporte que é de certa, definitiva e correta forma uma influência mundial.
Os dois times jogaram muito bem a partida, só que de filosofias, formas e estilos diferentes: Enquanto o Borussia jogava de estilo mais vibrante e demonstrando e idolatrando raça, o time de Munique mostrou um mosaico de misturar vários estilos e formas diferentes numa exibição só.
As equipes mostraram um jogo muito pegado e ao mesmo tempo morno. Estas não mostraram competências em suas chances. Já no segundo tempo a estrela vermelha brilhou e apareceu: Mandzukic aproveitou assistência de Robben e marcou o primeiro gol do jogo. Só que o brasileiro Dante cometeu pênalti. Quem bateu? Gündogan. Gol do time de Dortmund. 1 a 1. Só que Robben, o holandês predestinado, fez o seu e deu o título ao time de Munique.
Parabéns ao Bayern de Munique, o novo campeão da UEFA Champions League!